Autor: Redazione

Blue Monday: como enfrentar o dia mais triste do ano

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Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: o que é e quando se celebra

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Sacristia: o que é e qual é a sua função

Sacristia: o que é e qual é a sua função

A sacristia é um espaço de serviço onde os sacerdotes se vestem, mas a sua função vai muito além disso. Descubra para que serve e porque é que é tão importante.

As igrejas, sejam elas pequenas ou grandiosas, precisam de espaços de serviço. Na maioria dos casos, estes encontram-se no interior, por detrás do altar-mor, mas em edifícios de grandes dimensões ou complexos, podem estar separados ou mesmo localizados noutros edifícios. Entre estes espaços, o mais comum, presente em todas as igrejas, é a sacristia, uma sala indispensável à celebração da Liturgia. Esta serve não apenas para a preparação dos sacerdotes antes da missa, mas também como local de arrumação dos paramentos litúrgicos, dos objetos de culto e, em alguns casos, dos registos paroquiais.

Não devemos, porém, conceber a sacristia como um simples vestiário ou armazém. É aqui que o sacerdote, os diáconos e os acólitos se vestem, deixando cuidadosamente arrumados os seus paramentos, amitos, estolas, maniplos, píviais e cíngulos, em preparação para a celebração seguinte. É também neste espaço que se colocam as hóstias e o vinho ainda não consagrados, assim como cálices, patenas, píssides, ostensórios e outros utensílios litúrgicos.

Para além disso, a sacristia é um local onde os objetos sagrados, abençoados e consagrados, ou que entraram em contacto com as espécies consagradas, são tratados e lavados no lava-objetos apropriado. Trata-se dos tecidos litúrgicos, dos serviços de altar, compostos por corporal, palio, purificatório e toalha, e ainda de objetos utilizados durante a Consagração, como o cálice ou os ostensórios.

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Os serviços de missa são acessórios sempre presentes nas celebrações religiosas.

Sacristia ou Sacrestia?

Ambos os termos estão corretos. Sacristia é a forma de uso corrente, derivada de Sacrestia, por sua vez proveniente de sacrista, do latim sacer, sagrado.

Onde se encontra a sacristia numa igreja?

Originalmente, o espaço adjacente à igreja destinado a vestiário para os sacerdotes e depósito de mobiliário e utensílios chamava-se diaconicon, enquanto as ofertas eucarísticas eram preparadas na prothesis. Na época paleocristã, estes dois espaços eram conhecidos como pastophoria, situando-se em lados opostos da abside.

No Renascimento, a sacristia tornou-se um espaço autónomo, frequentemente concebido para desempenhar também um papel de relevo arquitetónico, adornado com afrescos e mobiliário de inestimável valor artístico. Um exemplo notável são as duas sacristias da Basílica de São Lourenço, em Florença, projetadas por Brunelleschi e Michelangelo.

O que se encontra numa sacristia?

Para além do lava-objetos já referido, a sacristia pode incluir o sistema de programação do toque de sinos ou o acesso à torre sineira. É comum encontrar armários e estantes para a arrumação de mobiliário e paramentos, e nas igrejas mais antigas podem conservar-se peças de grande valor artístico e histórico.

O que se faz na sacristia?

Preparar os elementos necessários para as funções litúrgicas, lavar os objetos litúrgicos antes e depois da missa, arrumar os paramentos e os trajes dos sacerdotes, conservar as hóstias e o vinho não consagrados, e frequentemente manter os registos paroquiais.

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Quem é o sacristão?

O sacristão é o responsável pela sacristia. Antigamente, esta função cabia a um sacerdote, por envolver cuidados com vasos sagrados, paramentos e outros aspetos das celebrações litúrgicas. As tarefas do sacristão eram então distribuídas entre porteiros (ostiarii), tesoureiros e mansionarii.

Hoje, o sacristão não se limita à sacristia: acolhe os fiéis, prepara a igreja para diversas ocasiões e festividades, organiza os elementos necessários para as celebrações, mantém a ordem e toca os sinos. Antigamente, era frequentemente acompanhado por um vice-sacristão (custos).

Desde o Concílio de Trento, a função pode ser desempenhada também por leigos, sendo valorizadas qualidades como honestidade, fiabilidade e disponibilidade para a vida comunitária, com especial atenção a crianças, jovens, idosos e pessoas com deficiência. Competências de carpintaria são vantajosas, dado o constante trabalho de manutenção que uma igreja exige. Esta não é uma ocupação comum: requer formação litúrgica, moral e espiritual, bem como prática de exercícios espirituais. Em muitos casos, o sacristão reside na igreja, em habitação proporcionada pela paróquia. Entre as suas responsabilidades está a abertura das portas da igreja e o acolhimento dos fiéis, não apenas para oração, mas sobretudo para apoio e assistência, tornando esta função quase uma missão.

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Dia dos Reis Magos: as tradições em Itália e na Europa

Dia dos Reis Magos: as tradições em Itália e na Europa

A 6 de janeiro, em Itália e por toda a Europa, celebra-se a Epifania, a Décima Segunda Noite. Eis como é celebrada e porque também é chamada de Festa dos Reis Magos.

O dia 6 de janeiro marca a décima segunda noite após o nascimento de Jesus. Em Itália e noutros países, é também a data em que se festeja a Befana, a velhinha de nariz adunco que voa numa vassoura e leva presentes às crianças boas (e carvão às que foram menos comportadas…). Mas, neste dia, celebra-se sobretudo a Epifania, ou seja, a manifestação da divindade de Jesus aos três Reis Magos. Segundo a tradição, este dia coincide com o fim da longa viagem realizada pelos Reis Magos, seguindo a estrela-cometa até ao estábulo de Belém, onde Jesus nascera doze dias antes. Os três homens sábios sabiam que no estábulo encontrariam um Rei e, por isso, levaram consigo ouro, incenso e mirra, presentes geralmente reservados a reis e divindades. E assim foi: ao verem o Menino Jesus, reconheceram-no como Rei. O nome completo da Epifania é, de facto, Epifania do Senhor, ou Teofania nas tradições cristãs orientais, significando a revelação de Deus encarnado. A própria palavra “Epifania” vem do grego ἐπιφάνεια (Epifáneia), que significa “manifestação, aparição”.

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Mas afinal, quem eram os Reis Magos? No Evangelho de Mateus, o único que os menciona, refere apenas três Magos vindos do Oriente a Jerusalém, seguindo o rastro de uma estrela pelo céu. Recebidos por Herodes, foram por ele enganados para revelar a localização de Jesus, mas conseguiram despistar o cruel tetrarca. Ao longo dos séculos, a tradição oral cristã e a história da arte transformaram-nos em três figuras centrais do Presépio, cuja chegada assinala o fim das festividades natalícias.

É provável que fossem homens sábios, conhecedores da natureza, astrólogos ou astrónomos. Quanto ao número de Reis Magos, a tradição indica três: Gaspar, Melchior e Baltasar, mas é provável que, assim como as suas figuras estão carregadas de significados simbólicos, também o número escolhido tenha um sentido simbólico. Algumas lendas falam de um quarto Rei Mago, Artabão, que levava três pérolas para Jesus, grandes como ovos de pombo e brancas como a lua. Este quarto Mago terá demorado pelo caminho e cedido as suas pérolas para ajudar os necessitados, não chegando a tempo de se encontrar com os outros Reis Magos.

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Por estas razões, a Epifania também é chamada o Dia dos Reis Magos, ou Festa dos Reis Magos, ou ainda “Pequeno Natal”. A tradição da Befana é totalmente profana e surgiu mais tarde. O nome Epifania corrompeu-se em bifanìa, sendo associado à figura folclórica da velhinha presente em muitas regiões de Itália.

Existem muitas tradições ligadas à Epifania e aos três Reis Magos, difundidas em Itália e no resto da Europa.

As tradições da Epifania em Itália

Em Parcines (Partschins), uma pequena localidade da província autónoma de Bolzano, na região de Trentino-Alto Ádige, continua muito viva a tradição da Kiniweihe, a Festa dos Três Reis Magos, celebrada a 6 de janeiro. Nas portas das casas escrevem-se as iniciais dos nomes dos três Reis Magos e os dois últimos algarismos do ano, com um giz benzido: C+M+B (Gaspar, Melchior e Baltasar), ou como abreviação da expressão latina Christus Mansionem Benedicat, que significa “Cristo abençoe esta casa”. Dentro da habitação acende-se um pequeno fogo num recipiente e queima-se incenso. A casa, os membros da família e até os campos são aspergidos com água benta para afastar o mal. No final, todos rezam juntos o Rosário.

De forma geral, em toda a região das Dolomitas são muito comuns os costumes ligados aos Reis Magos, além de outras tradições natalícias de grande encanto. Já nos primeiros dias do ano, crianças e adultos vestidos como Reis Magos percorrem as casas cantando canções de Natal e pedindo ofertas para obras de caridade. São conhecidos como Sternsinger ou Cantores da Estrela, e levam consigo carvão e incenso para queimar em casa, bem como o giz para escrever os nomes dos Reis Magos nas portas.

A festa dos Reis Magos em Espanha

Em Espanha celebra-se o Día de los Reyes Magos, a antiga festa dos Reis Magos. Na noite entre 5 e 6 de janeiro, os Três Reis visitam simbolicamente todas as casas para trazer presentes às crianças. Os mais pequenos escrevem-lhes cartas com pedidos e desejos, que entregam aos pajens dos Reis Magos enviados como mensageiros.

Nas grandes cidades realiza-se a famosa Cabalgata de los Reyes Magos, um desfile em trajes tradicionais com carros alegóricos coloridos, cheios de presentes, música e dança. O cortejo é liderado por Gaspar, Melchior e Baltasar, que, montados nos seus camelos, distribuem doces e pequenos presentes ao público. A Cabalgata de Barcelona é uma das mais espetaculares e atrai todos os anos mais de meio milhão de pessoas, entre espanhóis e turistas de todo o mundo.

Em Tenerife e no resto do país prepara-se também o Roscón de Reyes, o doce típico da Epifania, um bolo em forma de coroa, decorado com frutas cristalizadas, amêndoas e açúcar granulado. No interior do bolo esconde-se uma “surpresa”, geralmente uma fava seca. Antigamente, quem encontrava a fava era coroado rei por um dia e podia dar ordens a todos.

As tradições da Epifania na Europa

Epifania em França

Em França, desde a Idade Média, no dia 6 de janeiro prepara-se a tradicional Galette des Rois, um bolo de origem antiquíssima que remonta ao Império Romano. Tal como acontece com o Roscón de Reyes espanhol, dentro do bolo escondia-se uma fava, hoje substituída por uma pequena figura de cerâmica. Quem encontrava a fava tornava-se o Rei da Festa.

Quando a Galette é colocada na mesa, corta-se em tantas fatias quantos forem os convidados, mais uma, chamada “a parte do Bom Deus”. Antigamente, essa fatia era guardada para oferecer a um pobre que pudesse aparecer à porta.galette des rois

Epifania em Portugal

Em Portugal, a fogueira de Natal (tradicionalmente designado como madeiro), acesa na noite da Véspera de Natal segundo uma tradição secular, continua a arder até ao dia da Epifania. Acredita-se que o fogo afasta os maus espíritos e traz sorte e prosperidade a todos os que vivem na casa.

Epifania na Polónia

A Epifania na Polónia é uma celebração muito sentida. O Dzień Trzech Króli, ou Trzej Królowie (Dia dos Reis Magos), é uma das festas mais importantes do país. No entanto, durante o período do comunismo russo, deixou de ser feriado nacional. Apenas desde 2011 voltou a ser celebrada oficialmente, com grupos de cantores que percorrem as ruas e as casas entoando canções natalícias. Também aqui, como no Trentino, é costume abençoar um pedaço de giz branco na igreja e escrever as iniciais dos Reis Magos (K, M, B em polaco Kacper, Melchior e Baltazar) na porta de casa, como sinal de proteção para toda a família.

Epifania na Alemanha

Além do costume já mencionado dos Sternsinger, ou Cantores da Estrela, e da bênção das casas com a inscrição das iniciais, o Dreikönigsfest (a Festa dos Três Reis) é celebrado em muitas regiões da Alemanha com tradições antigas. As crianças vestidas de Reis Magos, com trajes confeccionados pelas mães e pelas mulheres da paróquia, vão de porta em porta cantando e recolhendo donativos. No final, celebra-se uma missa solene, e toda a comunidade se reúne para comer em conjunto.

Poemas sobre os Reis Magos para crianças

Para celebrar a Epifania, não podem faltar poemas e lengalengas. Alguns foram escritos por grandes autores do passado, outros foram transmitidos pela tradição popular, passando de geração em geração como pequenas luzes de sabedoria e encanto.

Oh Magos do Oriente

Oh magos do Oriente, tão belos sois vós
no brilho dos vossos mantos de reis e de heróis.
Quem vos mostrou o caminho de Belém?
Foi uma estrela brilhante, que surgiu também,
nascida de repente no céu do Oriente.
Vês? A estrela que ainda, lá no alto, luz,
guia o povo até ao coração de Jesus.

Perderam um dia a estrela
(de Edmond Rostand)

Perderam um dia a estrela.
Como se pode perder
uma estrela? Por tê-la fitado tempo demais…

Os dois reis brancos,
que eram sábios da Caldeia,
traçaram círculos no chão com o bastão.
Puseram-se a calcular, coçaram o queixo…
Mas a estrela desaparecera como desaparece uma ideia,
e aqueles homens, cujas almas
tinham sede de ser guiadas,
choraram erguendo as tendas de algodão.

Mas o pobre rei negro, desprezado pelos outros,
disse consigo: “Pensemos na sede que não é a nossa.
É preciso dar de beber, ainda assim, aos animais.”
E enquanto segurava o balde pela asa,
no espelho do céu
onde os camelos bebiam,
viu a estrela de ouro a dançar em silêncio.

Os Três Santos Reis Magos
(de Heinrich Heine)

Os três santos Reis Magos do Oriente
perguntam em cada pequena cidade:
“Queridos rapazes e raparigas, digam,
o caminho para Belém é por aqui?”

Mas os jovens e os velhos não sabem,
e os três Reis Magos seguem sempre em frente;
mas um cometa de ouro os conduz,
que lá no alto brilha claro e amável.

A estrela sobre a casa de José
detém-se: ali devem entrar.
O bezerro mugindo, o bebé chorando,
e os três Reis Magos começam a cantar.

Quanto falta para Belém?
(de Frances Chesterton)

Quanto falta para Belém?
Já estão quase a chegar.
Encontraremos um estábulo
sob a estrela a brilhar?

O bebé recém-nascido
poderemos visitar?
Ao levantar o trinco,
deixar-nos-ão entrar?

O burro, o boi, as ovelhas
poderemos acariciar?
O Menino Jesus a dormir
poderemos contemplar?

Se o acariciarmos, acordará?
Saberá que viemos
especialmente até aqui?

Os Reis oferecem ricos presentes
e nós nada trazemos,
apenas sorrisos e lágrimas
para colocar no teu berço.

Por todas as crianças cansadas
Maria terá de chorar.
Deitado na palha, o Menino já dorme.
Deus nos braços da mãe,
crianças no estábulo
dormem como dorme quem tem o coração sem aflição!

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Natal shabby chic: presépios temáticos na Holyart

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O Natal shabby chic confirma-se, também este ano, como uma das escolhas preferidas de muitos. Mas como escolher as decorações de Natal ao estilo shabby?

Um Natal ao estilo shabby? Este ano, mais do que nunca, está na moda decorar a casa para as Festas com este estilo que exala passado e romantismo, evocando, por um lado, o estilo escandinavo, moderno e em contacto com a natureza, e, por outro, a atmosfera vintage das casas rurais inglesas, assim como o encanto da Provença, rústico e vibrante em tons pastéis, com uma clara predileção pelos materiais naturais e pelo reaproveitamento criativo. Mas o que significa, afinal, um Natal shabby?

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O estilo shabby chic na decoração

Por estilo shabby, ou shabby chic, entende-se um estilo de decoração de interiores que procura, nos móveis e objetos, mas também no pavimento e no papel de parede, um toque de “antigo”, no sentido de vivido, usado, com uma história para contar. Surgido da paixão inteiramente inglesa pelas velhas casas de campo, com móveis de madeira ligeiramente gastos e estofos desbotados e marcados pelo sol ou pelo calor de lareiras antigas, acabou por se fundir com o gosto provençal, com as suas cores suaves, o apreço por pequenos elementos decorativos aparentemente simples, num verdadeiro esplendor de rendas, fitas e corações de madeira, até encontrar novo impulso no estilo escandinavo, marcado por um artesanato minimalista e devoto de materiais naturais e ecológicos. O resultado é uma tendência de decoração que se consolidou ao longo do tempo e que, ano após ano, se reafirma, evoluindo para se adaptar às mudanças de gosto e moda, sem jamais trair as suas origens vintage e intimistas.

Não se deve, contudo, pensar no estilo shabby como meros móveis nobres, velhos e tecidos desgastados; nada disso! Cada elemento, seja novo ou adquirido num mercado de antiguidades, é cuidadosamente “renovado” através de procedimentos que vão desde o decapado, ou seja, a remoção da camada superior de tinta dos móveis para lhes conferir um aspeto old fashioned e realçar as veias da madeira, até ao shabbare, neologismo nascido precisamente com esta moda, que define um conjunto de técnicas inspiradas no decapê francês, destinadas a dar aos móveis e objetos o aspeto envelhecido e ligeiramente gasto tão apreciado pelos amantes do shabby.

O “faça você mesmo” é, por isso, fortemente incentivado, com preferência clara pelo uso da madeira, mas também do ferro forjado. Os tecidos são frescos e tradicionais, com padrões florais ou cores pastéis, tanto para a roupa de casa como para os estofos. Tudo é decorado com rendas, bordados, laços, fitas, bem como pequenos ornamentos de madeira esculpida e bibelôs. Não faltam flores, frescas, em vasos de cristal de formas clássicas ou barrocas, mas também secas, com predileção pela lavanda e pelo glicínio.

O branco é a cor dominante, complementada por rosa suave, bege e verde-pálido, sempre tons naturais e delicados.

O estilo shabby chic consegue transformar qualquer divisão com poucos toques estratégicos, conferindo-lhe o aspeto de uma verdadeira casa de bonecas.

Decorações de Natal ao estilo shabby chic

O que é válido para todos os dias numa casa de estilo shabby aplica-se ainda mais ao Natal, festa dedicada à intimidade doméstica, em que a casa se transforma num espaço para acolher e mimar familiares e amigos. As decorações de Natal shabby chic também privilegiam o branco, desde o tom tortora ao total white, começando pela árvore de Natal. Se é adepto do “faça você mesmo”, pode criar as suas próprias decorações em casa, mas na nossa loja online encontrará uma vasta seleção de adornos de Natal shabby chic, fiéis ao estilo, às cores e aos materiais característicos deste universo.

O Presépio em resina, por exemplo, mostra a Sagrada Família com um cenário ao fundo, envolvida pela casca de uma árvore. Alternativamente, há estátuas trabalhadas à mão e cuidadosamente revestidas com tecidos: São José em pé, apoiado no seu cajado, e Maria sentada no chão com o Menino Jesus ao colo. Também o anjo em resina é feito à mão e revestido com tecidos finamente trabalhados.

Muito shabby, tanto nas cores como no estilo, é a Presépio pintado à mão com mantos em tecido ao estilo shabby chic, assim como a coroa com Presépio para pendurar, em tons de verde e bege.

Falámos anteriormente da importância do reaproveitamento criativo no Natal shabby. Trata-se de recuperar materiais, mas também objetos, como referimos no nosso artigo sobre Presépios em miniatura, em que propunhamos construir o seu presépio dentro de um velho baú ou noutro recipiente reinventado para a ocasião. A nossa Natividade estilo árabe com sino de vidro presépio napolitano, é um exemplo muito ilustrativo, com as suas figuras em resina pintadas à mão e revestidas de tecido, encerradas neste cenário incomum e original.

Presépios em miniatura

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Espreite os nossos Presépios em resina e tecido, todos diferentes em formas, dimensões e cores, perfeitos para preparar a sua casa para um Natal ao estilo shabby.

Natividade estilizada no tronco com estrela resina 20x19,5x4,5 cm
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Natividade Winter Elegance com base resina tecido h 40 cm
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Anjo shabby chic em oração 30 cm
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Natividade presépio de Natal resina e tecido estilo Shabby Chic 27 cm
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Coroa Natividade Celebration 50 cm resina e tecido diâm. 85 cm
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Presépios em miniatura: o equilíbrio perfeito entre originalidade e praticidade

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Convivência entre gatos e árvores de Natal: alguns conselhos práticos

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Gatos e árvore de Natal? Não é assim tão impossível. Eis alguns conselhos úteis para montar a sua árvore sem suscitar a tentação dos seus amigos felinos.

Árvore de Natal e gatos em casa? Uma combinação explosiva. Haverá algo mais irresistível para os gatos lá de casa do que uma árvore colocada no meio da sala, carregada de luzes coloridas e cintilantes, enfeites reluzentes e, quiçá, guirlandas para escalar? Não é difícil imaginar como, num instante, a nossa casa pode transformar-se de um espaço acolhedor, envolto na atmosfera natalícia, num verdadeiro campo de batalha. Para evitar essa cena digna de um filme apocalíptico, elaborámos um guia prático para garantir a convivência pacífica entre gatos e árvore de Natal Estratégias simples e acessíveis a todos, que permitem proteger tanto a decoração como o seu amigo felino curioso, sem abdicar do espírito natalício.

 

Será necessário adotar algumas precauções indispensáveis para ter uma árvore “à prova de gatos”. Começa por decidir se é preferível optar por uma árvore natural ou artificial, pequena ou grande, e qual o local mais adequado para a colocar. No que respeita aos enfeites de Natal, pode-se optar por bolas inquebráveis ou decorações em feltro em alternativa às tradicionais e delicadas bolas de vidro. Por fim, na montagem de uma árvore de Natal em casa com gatos, a escolha das luzes é igualmente determinante: abordaremos quais as mais indicadas e como torná-las seguras.

Árvores de Natal para gatos: como escolher

A escolha da árvore de Natal é o primeiro passo. Na verdade, antes ainda será necessário decidir onde colocar a árvore de Natal. É preferível optar por uma divisão que possa ser fechada quando o seu felino ficar sozinho em casa, livre para explorar e causar estragos. Para reduzir riscos quando a divisão estiver acessível, é aconselhável dotar a árvore de uma base sólida e pesada, que impeça a queda caso o gato tente escalar. Não é preciso preocupar-se com o impacto estético da base: na nossa loja encontrará uma variedade de práticas coberturas de base em feltro, que se transformarão num detalhe decorativo adicional para a sua árvore. Sempre que possível, fixe a árvore à parede ou ao chão, evitando móveis ou prateleiras nas proximidades que possam facilitar a escalada do animal. Naturalmente, deve evitar colocar a árvore perto de fontes de calor como estufas ou lareiras, especialmente se optar por uma árvore natural, cujas agulhas inflamam-se com facilidade.

De modo geral, os gatos tendem a interessar-se menos por uma árvore de Natal de dimensões reduzidas. Poderá encontrar na nossa loja várias opções pequenas, mas de grande efeito, como a árvore de Natal Downswept Forestree da linha slim, com apenas 60 cm de altura, mas perfeita em todos os detalhes, ou o pequeno pinheiro Noble Spruce Slim, já decorado com luminosas luzes LED e com uma cobertura de base em juta, conferindo-lhe um aspeto rústico e original.

Se não quiser renunciar a uma árvore de Natal de grandes dimensões, deverá prestar particular atenção à base, que terá de ser robusta e pesada para garantir a sua firme fixação ao chão. Também neste caso, a nossa loja pode ser-lhe útil, oferecendo o realista tronco de madeira como base para árvore de Natal, composto internamente por um suporte em metal e cimento e revestido externamente com resina que imita a casca, conferindo ao ambiente um toque rústico. Esta base, produzida em exclusivo para a Holyart, suporta árvores até 180 cm de altura, como o nosso imponente Árvore de Natal da linha Andorra Frosted, com 180 cm, caracterizada por ramos nevados em poly (tecnologia feel-real), que proporcionam um efeito extremamente realista, em comparação com árvores tradicionais em PVC. Outra opção é o realista Árvore de Natal em PVC verde Lyskamm Winter Woodland, também produzido em exclusivo para a Holyart, com 150 cm de altura, de montagem muito simples graças ao seu sistema de abertura em guarda-chuva.

Falando em PVC: como árvore de Natal para gatos, será melhor optar por uma árvore artificial ou natural? O principal problema das árvores naturais quando coabitam com animais de estimação são as agulhas. Se optar por uma árvore natural, deverá assegurar-se de que perde poucas agulhas. Esta deverá ter sido recentemente podada, conservada num local fresco para evitar o seu ressecamento, e mantida num balde com água até ao momento de a decorar. As agulhas deverão ser recolhidas frequentemente, de forma a evitar que o seu gato se magoe ou, pior ainda, as ingira. Proteger o vaso, enchendo-o com pinhas ou pedras, pode dissuadir o seu gato de se aproximar, e envolver o tronco com papel de alumínio ajudará a impedir que o use como arranhador.

Por fim, se não confiar totalmente no seu felino, não desanime: existem belíssimas árvores de Natal alternativas, concebidas precisamente para compatibilizar a convivência entre animais e a decoração natalícia sem comprometer a magia das festas. Simples e funcionais, permitir-lhe-ão decorar a sua casa e desfrutar da atmosfera do Natal. Falamos de árvores de Natal em madeira, recortadas e fixadas à parede, ou de árvores suspensas, que poderá decorar com pequenos ornamentos e luzes LED seguras, sem deixar de ser decorativas.

Gatos e Árvores de Natal: que decorações utilizar

No que respeita às decorações, é preferível evitar peças frágeis, mas também aquelas excessivamente vistosas, brilhantes ou coloridas, pois atraem ainda mais a atenção do seu gato e despertam a sua curiosidade, sobretudo se penduradas nos ramos da árvore. É mais seguro optar por decorações em madeira, feltro ou papel: mesmo que caiam, não se quebram e não comprometem a atmosfera natalícia da casa. Na nossa loja encontrará, por exemplo, um prático Conjunto decorativo assortido para Árvore de Natal em feltro e madeira, composto por 90 peças artesanais, pintadas a vermelho, com variadas formas natalícias: rena, árvore, floco de neve, sino, trenó, entre outros. As peças prendem-se à árvore através de laços simples, sem qualquer elemento metálico perigoso. Em geral, é preferível utilizar fitas ou cordão, tendo sempre o cuidado de evitar que o seu gato os mastigue.

Convém também renunciar a fitas brilhantes, guirlandas em PVC e fios laminados, pelo menos na árvore, pois além de serem pontos de atração perigosos para o seu gato, podem provocar acidentes graves se ingeridos. Obviamente, devem ser totalmente evitadas decorações comestíveis, como bastões de açúcar ou chocolates (extremamente tóxicos para os animais), entre outros. Mesmo a neve artificial, embora decorativa, pode ser perigosa, pois é constituída por substâncias químicas tóxicas para os animais.

Luzes de Natal e gatos: como torná‑las seguras

Quando há gatos em casa, as velas verdadeiras são absolutamente proibidas na Árvore de Natal. Contudo, até as tradicionais luzes precisam de ser utilizadas com precaução. É fundamental evitar deixar cabos elétricos soltos nos ramos e, em geral, desligar todas as luzes quando não houver vigilância sobre a árvore. Os cabos e as fichas devem ser cobertos com fita isolante ou canaletas adequadas: os gatos não só poderão enredar‑se neles como, por curiosidade, tentar mordê‑los.

As luzes da árvore são um dos elementos decorativos que requer maior atenção em termos de segurança. Opte sempre por produtos certificados e garantidos, como a nossa Corrente luminosa com 100 gotas LED dispostas num fio de cobre maleável, com 10 metros de comprimento, adequada para uso interior, ou as Luzes de Natal em corrente com 60 LED multicoloridos, próprias também para uso exterior, com oito modos diferentes de iluminação e um temporizador integrado.