Autor: Redazione

Qual é a diferença entre duomo, catedral e basílica? Vamos esclarecer

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Testemunho de fé: o que significa para um cristão

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Como criar lembranças artesanais: os nossos conselhos

Como criar lembranças artesanais: os nossos conselhos

Saquinhos bordados, boiões de vidro, caixinhas simples. Não há limites para a imaginação e a criatividade nas lembranças artesanais. Mas onde poderá encontrar os materiais certos?

Criar lembranças artesanais para o Batizado, a Comunhão, o Crisma e até para o Casamento? Pode ser uma atividade criativa e gratificante, que lhe permite personalizar as prendas destinadas aos participantes nestes momentos especiais. As lembranças feitas em casa podem deixar uma impressão duradoura nos seus convidados, precisamente por exprimirem todo o amor e todo o cuidado com que quis realizá-las. Isto porque, quando dedica o seu tempo, o seu empenho e o seu afeto à criação de lembranças artesanais, transmite um valor afetivo único. Este toque pessoal não passará despercebido e acrescentará às suas prendas uma dimensão de afeto e proximidade.

Naturalmente, na escolha das lembranças artesanais entra também a questão da poupança. Quando se organiza um Casamento, sobretudo, as despesas já são muitas. Porque não poupar, então, pelo menos nas lembranças? Além disso, optar por fazê-las por conta própria permite controlar os materiais utilizados, evitando o excesso de embalagens e de plástico frequentemente presente nas opções comerciais. Numa palavra: menos desperdício.

Com um pouco de criatividade e de habilidade manual, será possível criar lembranças artesanais que deixarão todos boquiabertos. Aliás, podem tornar-se uma forma especial de exprimir a gratidão para com quem participa no evento, refletindo a ocasião e a personalidade do homenageado, ou dos homenageados, melhor do que qualquer produto comprado. Trata-se de uma expressão de personalização única, que lhe permite criar prendas que refletem o seu estilo e a sua personalidade. Pode combiná-las com o tema do evento ou com os gostos dos festejados, tornando cada lembrança especial e significativa. É possível escolher entre infinitas ideias, materiais, cores e estilos, para criar pequenas prendas memoráveis que os convidados irão adorar. E se tiver alguém que o ajude na sua execução, amigos ou familiares, a criação das lembranças pode revelar-se uma atividade divertida e cheia de sentido.

Algumas ideias? Se escolher para as suas cerimónias lembranças que fujam às clássicas lembranças religiosas, não há verdadeiramente limites para a imaginação.

Pode encantar os seus convidados com graciosos saquinhos de alfazema muito perfumados, para um toque de frescura e de descontração, cheios de alfazema seca e fechados com uma pequena fita. Serão lembranças deliciosas, que difundirão um perfume encantador.
Se aprecia os produtos dos mosteiros, pode utilizar como lembranças pequenos boiões de mel artesanal. O mel é símbolo de doçura e de abundância, sendo de bom augúrio para qualquer cerimónia. Pode personalizar os boiões com etiquetas bonitas, transformando-os em lembranças que serão muito apreciadas pelos convidados.
Também as Velas Artesanaisfeitas em casa com cera reciclada, podem tornar-se lembranças originais. Pode realizá-las em várias cores, formas e fragrâncias, e acrescentar um toque de elegância fixando-as em boiões de vidro decorados ou em recipientes especiais.
Para quem gosta de soluções verdes, suculentas ou outras plantas em miniatura são prendas duradouras e simbolizam o crescimento e a prosperidade. Coloque-as em vasos decorados ou em pequenos recipientes, para um toque ainda mais natural.
Para um evento mais intimista, uma boa ideia são as canecas personalizadas, pintadas ou gravadas com os nomes dos convidados e a data do evento, e eventualmente cheias de rebuçados ou de bombons, em vez de apenas amêndoas. E, ainda a propósito de canecas, pode criar pequenos Kits de Chá ou de Café, selecionando misturas especiais e acondicionando-as em saquinhos de tecido ou em frascos. Acrescentará depois uma colherzinha e um cartão com uma nota especial.
Para os amantes da cozinha, frasquinhos de especiarias, eventualmente cheios com uma mistura caseira, apresentados com uma etiqueta com o nome da mistura e as instruções de utilização, e, para os mais tecnológicos, porque não pens USB personalizadas?

Se tem criatividade e habilidade manual, pode realizar pequenos objetos à mão, como bonecos em croché, ou modelar animaizinhos, anjinhos e esculturas divertidas com pasta de modelar, ou ainda bordar à mão os seus saquinhos.

Em todo o caso, não se esqueça das amêndoas, que não podem faltar na lembrança. Esta deverá contê-las em número ímpar e nunca menos de 5. Porquê este número? Para garantir aos noivos saúde, fertilidade, longa vida, felicidade e riqueza.

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Mas onde encontrar o material para realizar as nossas lembranças artesanais?

Material para preparar lembranças

Falámos de saquinhos, boiões, caixinhas, fitas e enfeites. Mas onde encontrá-los a preços convidativos? Na nossa loja online encontra um vasto sortido de materiais para lembranças artesanais e de acessórios úteis para as realizar e preparar, transformando-as em pequenas e preciosas recordações inesquecíveis dos seus momentos especiais.

Vão desde as simples caixinhas em cartão leve, próprias para conter as amêndoas, decoradas com estampagem a ouro, até aos boiões e às garrafinhas para amêndoas, decoradas com motivos de casamento e dotadas de rolha de cortiça para um fecho cómodo.

Lembranças de casamento

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Para criar ou personalizar as lembranças, não pode faltar o tule para lembranças, disponível em várias cores, consoante a ocasião: marfim para o Casamento, rosa ou azul para o Batizado, a Comunhão, e assim por diante.

Entre os acessórios fundamentais para lembranças artesanais contam-se asfitas de cetim, próprias para fechar tanto saquinhos para lembranças como caixinhas para amêndoas, permitindo criar lembranças simples, mas graciosas.

Ainda entre os artigos para lembranças artesanais, encontrará também no nosso site caixas e frascos decorados, já prontos para colocar as suas amêndoas, bem como kits completos para lembranças artesanais, que incluem o saquinho para as amêndoas e respetivos enfeites. Entre as opções disponíveis, destaca-se a lembrança azul com a Árvore da Vida e o urso em gesso.

Para tornar os seus saquinhos ainda mais especiais e originais, pode acrescentar à fita um pequeno pendente em prata em forma de Árvore da Vida, decorado com strass, ou um Pendente com a Sagrada Família dentro de um coração. Uma opção ideal para uma lembrança de casamento, que evoca a Família de todas as famílias num dua tão especial.

Em suma, as lembranças artesanais vão muito além do simples ato de oferecer. Representam o empenho, o amor e a dedicação que coloca na criação de uma prenda significativa. Com a possibilidade de personalização e a componente criativa envolvida, as lembranças artesanais transformam-se em gestos profundamente afetuosos e únicos, que serão recordados muito tempo depois do evento ter terminado.

A história de São Vicente de Paulo e a sua obra de caridade

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São Camilo de Lellis: o santo padroeiro dos doentes

São Camilo de Lellis: o santo padroeiro dos doentes

Do homem dissoluto ao fundador dos Camilianos, São Camilo de Lellis é o patrono universal dos doentes, enfermeiros e hospitais.

Quem quer que tivesse conhecido São Camilo de Lellis quando ele era jovem nunca poderia imaginar que este jogador e arruaceiro de tabernas se tornaria um santo! No entanto, ele realmente passou sua juventude entre guarnições militares e tabernas, seguindo seu pai que era um oficial ao serviço da Espanha e, por sua vez, tornou-se um soldado da sorte levando uma vida desordenada totalmente dedicada ao jogo. Por causa desse vício, ele perdeu tudo e começou a viver nas ruas, mendigando e vagando sem rumo, até ser aceito no Convento dos Capuchinhos de Manfredonia, que o contratou como faz-tudo. Assim começou sua conversão, por volta de 1575, mas antes de poder fazer os votos passou um longo tempo no hospital de San Giacomo degli Incurabili, em Roma, primeiro para se recuperar de uma velha lesão no pé, depois como servo, e finalmente como ecônomo e mestre da casa. Este hospital acolheu pacientes que sofriam de doenças particularmente graves e repulsivas, muitas vezes incuráveis, ao ponto de serem frequentemente deixados à entrada como pacotes. Foi precisamente ao interagir com estes restos da sociedade, estes resíduos humanos, que São Camilo de Lellis descobriu a sua vocação para o cuidado dos doentes. Com cinco companheiros fundou a Companhia dos Ministros dos Doentes em 1582.

Mais tarde mudou-se para o convento da Igreja da Madalena e também começou a cuidar dos doentes e enfermos no hospital do Santo Espírito, em Sassia. Entretanto, ele recebeu os votos depois de estudar com São Filipe Neri. Em 1591 sua Companhia foi reconhecida como uma ordem religiosa e tomou o nome de Ordem dos Ministros dos Enfermos. A ordem era caracterizada não só pelos votos habituais de castidade, pobreza e obediência, mas também por um quarto voto: assistência aos doentes, mesmo correndo risco de vida.

A Ordem dos Clérigos Ministros Regulares dos Enfermos, que mais tarde tomaria o nome de Camilianos depois de seu fundador, espalhou-se rapidamente por toda a Itália, com grupos de monges servindo em pequenos e grandes hospitais.
São Camilo de Lellis morreu a 14 de julho de 1614 no convento de La Maddalena, sede de sua Ordem, e ali foi sepultado. Bento XIV proclamou-o santo em 1746 e mais tarde tornou-se patrono universal dos doentes, enfermeiros e hospitais, juntamente com São João de Deus.

Para compreender a importância da missão de São Camilo de Lellis temos que pensar que naquela época o cuidado dos doentes, especialmente nos hospitais para os incuráveis, era muitas vezes confiado a mercenários e criminosos, que eram obrigados a servir nestes lugares terríveis. Camilo elaborou verdadeiras Regras que deveriam definir a figura do servo dos enfermos, como ele chamava as religiosas-amadas da Companhia. Além de impor aos seus companheiros a renúncia a todos os bens seculares que os pudessem ter distraído dos seus deveres, exigia também que tivessem uma cultura adequada e uma preparação científica, porque a caridade por si só não era suficiente para salvar vidas. Vimos como a unção dos doentes ainda é considerada um rito precioso para trazer alívio àqueles que sofrem. Isto nos faz perceber como poderia ser reconfortante em lugares de sofrimento e de doença ter homens que fossem sacerdotes, assim como enfermeiros, e que pudessem prestar cuidados médicos e, ao mesmo tempo, transmitir a unção dos doentes.

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Oração a São Camilo de Lellis

Eis uma oração pelos doentes que pode ser recitada no dia 14 de Julho, dia da memória litúrgica de São Camilo de Lellis, ou sempre que sentimos necessidade de rezar pela saúde de um ente querido doente ou por nós mesmos. De fato, a oração traz conforto indispensável, curando o corpo através do espírito e dando àqueles que sofrem a força necessária para enfrentar a doença com mais coragem e vontade de curar.

Ó São Camilo, que durante tantos anos suportou uma doença dolorosa com uma paciência inalterável, obtenha para nós a graça de aceitar com espírito de fé as enfermidades e tribulações que o Senhor quer nos enviar para o nosso bem e para a nossa purificação. Vós que vos dedicastes com bondade e amor a cuidar dos doentes, levando consolo e esperança a todos, obtendei para nós a graça de reconhecer Jesus no nosso próximo sofredor e de o servir com grande generosidade de coração.

 

São Bartolomeu o Apóstolo: a história do mártir esfolado vivo

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Lembranças de casamento: 10 ideias do nosso catálogo

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História e significado da festa do Santíssimo Nome de Maria

História e significado da festa do Santíssimo Nome de Maria

Invocado por todos os crentes nos momentos mais doces e mais difíceis da existência, o Santíssimo Nome de Maria encerra, no próprio som, um símbolo de doçura e esperança.

Todos os anos, a 12 de setembro, a Igreja Católica celebra a Festa do Santíssimo Nome de Maria, ocasião de devoção e reflexão que honra a Mãe de Jesus, celebra o seu papel de intercessora misericordiosa de cada homem junto de Deus e convida os fiéis a meditar sobre o significado profundo do seu nome sagrado. Esta festa constitui um momento em que os crentes se unem para celebrar a figura da Virgem Maria, contemplar a importância do seu nome, que desempenhou um papel crucial na história da salvação, e recordar o seu amor infinito por Jesus, seu Filho.

A Festa do Santíssimo Nome de Maria não diz respeito apenas à Virgem, mas possui implicações profundas na relação entre os fiéis e o próprio conceito de divindade. Representa a ligação entre o humano e o divino, entre a fé e a esperança. Convida os fiéis a encontrar inspiração na vida de Maria, que, mesmo consciente do destino doloroso reservado ao seu Filho, aceitou plenamente a vontade divina. Esta aceitação profunda, humilde e sofrida torna-a um modelo único para todos os cristãos.

Ainda hoje, o nome Maria é um dos mais difundidos no mundo, tanto nas suas variantes como na sua forma original. Tal testemunha a forte ligação que as pessoas mantêm com a figura de Maria e com o seu significado espiritual. A 12 de setembro celebra-se também o onomástico de Maria e de todas as mulheres que levam este nome.

 

Significado do nome Maria

O santíssimo nome de Maria possui um valor simbólico relevante no Cristianismo. Deriva do hebraico Myriam ou Miriam. Ao longo da história religiosa, Maria foi designada de diferentes formas, mas a sua essência de graça, humildade e entrega à vontade divina permanece constante. O nome Maria não é apenas um nome próprio, mas um símbolo de doçura e pureza. Evoca sentimentos de afeto e consolação, representando um farol de luz nas trevas da vida humana.

Uma das primeiras interpretações do nome Maria remonta a Ana, sua mãe, que, ao agradecer a Deus pela dádiva de uma filha, lhe atribuiu este nome que, ao longo do tempo, adquiriu o significado de “dom recebido de Deus”.

A Festa do Santíssimo Nome de Maria não se limita a celebrar o nome em si, mas evoca também diversos significados que lhe são atribuídos.

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Mar

A origem do nome, a partir do hebraico Maryam, estabelece uma ligação com o mar. Maria é vista como um “mar” de bondade e doçura, um oceano no qual convergem, como rios, a graça e o amor divino.

Amargura

Outra interpretação sugestiva do nome liga-o à raiz mrr, “ser amargo”, evocando a imagem de Maria como Mãe da dor. Ninguém foi tão santo como ela, ninguém sofreu tanto quanto ela sofreu.

 

Estrela

Uma outra hipótese etimológica relaciona o nome Maria com or, “luz”, e yam, “mar”. Esta leitura sugere o significado de “iluminadora” ou “estrela do mar”. A imagem da estrela, símbolo de esperança e serenidade após a tempestade, remete para o papel de Maria em dissipar o pecado e conduzir Deus ao coração da humanidade.

A invocação Ave, Maris Stella evoca Maria como estrela luminosa que guia os fiéis através das trevas da vida rumo a Cristo e a Deus, tal como a Estrela Polar orienta o caminho. Esta imagem reflete a confiança dos crentes na capacidade de Maria para os conduzir à luz espiritual e à salvação, assim como a Estrela Polar sempre foi guia e esperança para quem se aventura no mar e, num sentido mais amplo, nas águas incertas da existência. São Bernardo de Claraval considerava um verdadeiro ato de fé e confiança recorrer a Maria, Stella Maris, nos momentos sombrios da vida, quando o ser humano se sente oprimido pelas tentações e adversidades.

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12 de setembro, Santíssimo Nome de Maria

A festa do Santíssimo Nome de Maria tem origens antigas, remontando pelo menos ao século XIII, mas foi oficialmente introduzida no calendário litúrgico universal apenas em 1684, pelo Papa Inocêncio XI. Esta celebração, que ao longo dos séculos adquiriu significados profundos não apenas no âmbito religioso, mas também na história política da Europa, foi instituída em resposta à necessidade de honrar a Virgem Maria e o seu nome, considerado símbolo de graça divina, esperança e proteção. Inicialmente surgida na diocese espanhola de Cuenca, onde era celebrada a 15 de setembro, a festa difundiu-se, por vontade de diversos pontífices, a outras dioceses espanholas, até se tornar uma celebração universal da Igreja Católica durante o pontificado do Papa Inocêncio XI Odescalchi. Em 1685, este promulgou um decreto que reconhecia a Festa do Santíssimo Nome de Maria como festa universal de toda a Igreja, fixando-a no domingo dentro da oitava da Natividade, em memória da aliança celebrada a 12 de setembro de 1683, em Viena, entre o imperador Leopoldo I da Áustria e o rei da Polónia João III Sobieski, unidos contra o exército otomano que sitiava a cidade. Foi sob a invocação do Santíssimo Nome de Maria que Viena foi libertada dessa ameaça. É inevitável recordar também a origem do culto de Nossa Senhora do Rosário, celebrada a 7 de outubro, data da batalha de Lepanto, em 1571, na qual a frota da Liga Santa derrotou a do Império Otomano.

Nos anos seguintes, a data da celebração sofreu alterações, tendo sido igualmente retirada do calendário romano por decisão do Papa Paulo VI. Foi o Papa João Paulo II, na terceira edição do Missal Romano pós-conciliar, em 2002, quem restabeleceu a festa como memória facultativa a 12 de setembro.

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Novena ao Santíssimo Nome de Maria

De 3 a 11 de setembro, em preparação para a festa, existe a tradição de recitar a Novena ao Santíssimo Nome de Maria. Por meio dela, os fiéis dirigem-se a Maria como Mãe e intercessora entre os homens e Deus, confiando-se a ela com plena fé e humildade, à semelhança da sua total entrega à vontade divina.

 

Santíssima Mãe minha, Maria! Nome do céu, nome escolhido por Deus para a sua Mãe, nome ao qual Deus confiou toda a humanidade do alto da cruz, nome que alegra as hostes angélicas e faz fugir o príncipe do mal, nome altíssimo digno de veneração e da gratidão humana. Maria, tu és “a amada de Deus”.

Sê bendita, Maria Santíssima, pelo amor com que geraste Jesus no teu coração imaculado; sê bendita por todo o amor que tens pelos filhos que Deus te confiou; sê bendita pela beleza e pureza da tua alma, que restitui a Deus a alegria que o pecado lhe roubou. Seja louvado o teu nome de excelsa santidade, nome vaso de virtudes, nome perfumado de humildade, nome de salvação, espelho da ternura paterna. Sê amada e agradecida por todos os homens, e que o teu nome de amor e paz volte a reinar em todos os lábios por meio do santo Rosário.

Maria Santíssima, tu és minha Mãe, e hoje e para sempre te acolho, entregando-me inteiramente a ti, sem reservas; no teu nome desejo ser abençoada, protegida, aconselhada, amada, encorajada e iluminada; nele quero encontrar o meu repouso. Maria, nome belíssimo e perfeito, pois assim te quis chamar Jesus.

3 Ave-Marias

Nome santíssimo de Maria, louvor, honra e ação de graças a ti, por meio do qual os homens reencontram a porta do céu.
Maria, nome belo.
Maria, nome que traz o amor.
Maria, nome da Boa Nova.
Maria, nome que é sopro do Paraíso.
Maria, nome tesouro de toda a virtude.
Maria, cofre bendito de humildade e pureza.
Maria, nome que alegra o coração dos filhos.
Maria, nome que é porta de esperança.
Maria, nome que consola os que sofrem.
Maria, nome que exala ternura.
Maria, nome que ilumina as mentes.
Maria, nome que conduz ao porto seguro.
Maria, nome que é rocha de justiça.
Maria, nome cujo som é harmonia e perfeição.
Maria, nome que encerra em si o nome de Deus.
Maria, nome que é refúgio dos pastores.
Maria, nome pronunciado pelos verdadeiros sábios.
Maria, nome que destrói a mentira.
Maria, nome que restabelece a ordem.
Maria, nome que ressoa paz.
Maria, nome que ensina a sabedoria.
Maria, nome que contém toda a doçura.
Maria, o teu é o santíssimo nome da Mãe, Mãe de Deus, Mãe da humanidade, Mãe da Igreja.

3 Ave-Marias

Nome santíssimo de Maria, louvor, honra e ação de graças a ti, por meio do qual os homens reencontram a porta do céu.
Maria, filha dileta do Pai.
Maria, criatura imaculada e sem pecado.
Maria, escolhida pelo amor da Santíssima Trindade para renovar toda a humanidade.
Maria, casa e refúgio do amor divino.
Maria, humilde de coração.
Maria, nova Eva.
Maria, em cujo seio virginal Deus quis habitar.
Maria, anunciada pelo anjo que te trouxe a saudação de Cristo.
Maria, do teu fiat teve início a salvação do género humano.
Maria, cujas virtudes são o perfume do Paraíso.
Maria, em cujo nome rezam os povos.
Maria, primeira e perfeita discípula de Jesus.
Maria, Mãe do Filho do Deus eterno.
Maria, espelho da bondade e da doçura divina.
Maria, porta segura do céu.
Maria, cujo nome faz tremer os demónios.
Maria, que guardavas tudo no teu coração.
Maria, trespassada no coração por todo o pecado do mundo.
Maria, chorosa junto à cruz.
Maria, cujo nome nos lábios suaviza a dor.
Maria, cujo nome é a alegria infinita de Jesus.
Maria, advogada, medianeira e suplicante poderosa.
Maria, cuja oração tudo alcança de Deus.
Maria, esplendor da graça divina.
Maria, esposa do Espírito Santo.
Maria, a quem todo o céu canta e cuja glória nenhuma palavra pode exprimir.
Maria, que junto à cruz acolheste a humanidade para a eternidade.
Maria, estrela luminosa que nenhuma luz iguala.
Maria, perfeita e santíssima por viver em Deus.
Maria, que fizeste da oração a escada para o céu.
Maria, que rejeitaste todo o pecado por amor a Deus.
Maria, que esmagas o dragão sob os teus pés.
Maria, que prediliges os pequenos e os humildes.
Maria, que pedes incessantemente a recitação do Rosário.
Maria, cujas lágrimas ferem de dor quem te ama.
Maria, cujas ternuras fizeram crescer Cristo.
Maria, que beijaste as santíssimas chagas do teu Filho.
Maria, que nunca perdeste a esperança.
Maria, corredentora do mundo.
Maria, Mãe de todos os homens e Rainha da paz.
Maria, nome puríssimo e digno de louvor.
Maria, rogai por nós e pelo mundo inteiro

3 Ave-Marias

Nome santíssimo de Maria, louvor, honra e ação de graças a ti, por meio do qual os homens reencontram a porta do céu.
Maria, nome belo.
Maria, nome que traz o amor.
Maria, nome da Boa Nova.
Maria, nome que é sopro do Paraíso.
Maria, nome tesouro de toda a virtude.
Maria, cofre bendito de humildade e pureza.
Maria, nome que alegra o coração dos filhos.
Maria, nome que é porta de esperança.
Maria, nome que consola os que sofrem.
Maria, nome que exala ternura.
Maria, nome que ilumina as mentes.
Maria, nome que conduz ao porto seguro.
Maria, nome que é rocha de justiça.
Maria, nome cujo som é harmonia e perfeição.
Maria, nome que encerra em si o nome de Deus.
Maria, nome que é refúgio dos pastores.
Maria, nome pronunciado pelos verdadeiros sábios.
Maria, nome que destrói a mentira.
Maria, nome que restabelece a ordem.
Maria, nome que ressoa paz.
Maria, nome que ensina a sabedoria.
Maria, nome que contém toda a doçura.
Maria, o teu é o santíssimo nome da Mãe, Mãe de Deus, Mãe da humanidade, Mãe da Igreja.

São Corbiniano, o santo que viajou com um urso até Roma

São Corbiniano, o santo que viajou com um urso até Roma

Muito caro ao Papa Bento XVI, São Corbiniano foi monge, eremita e bispo de Frisinga. Por vontade do Papa, evangelizou a Baviera e terá convencido um urso a acompanhá-lo até Roma. Eis a sua história. São Corbiniano, bispo de Frisinga, foi, no seu tempo, um…

As Missionárias da Caridade de Madre Teresa de Calcutá

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O sino de São Miguel, o amuleto da ilha de Capri

O sino de São Miguel, o amuleto da ilha de Capri

Entre a lenda e o conto, o sino de Capri é um amuleto muito querido na ilha de Capri, e não só. Descubra como São Miguel o entregou, pela primeira vez, como um presente cheio de encanto e proteção.

É comum que formas de culto e práticas devocionais tenham origem em histórias e lendas. Ainda mais num país como Itália, que se ergue sobre séculos de história e onde diversas civilizações e culturas se cruzaram, deixando marcas profundas e inspiradoras. Entre estes relatos, destacam-se aqueles ligados à Virgem, aos Santos e aos anjos, que, por vezes, parecem verdadeiros contos encantados. Um exemplo emblemático é a história do sino de Capri, também conhecido como o sino de São Miguel. Há séculos que este pequeno amuleto é o talismã da ilha, e acredita-se que, se for oferecido a uma pessoa especial, todos os seus desejos e sonhos se concretizarão. Foi precisamente esta magia que transformou o sino de Capri num dos presentes mais valorizados, quer como lembrança para quem visita a deslumbrante ilha e quer transmitir a alguém querido o seu pensamento, quer como oferta para ocasiões solenes, como o Batismo, a Primeira Comunhão, entre outras. Hoje, é possível encontrar inúmeras variações deste símbolo, disponíveis nas inúmeras lojas da ilha, sob a forma de pendentes, alfinetes, brincos ou objetos decorativos. Também na nossa loja online poderá encontrar modelos cuidadosamente elaborados, perfeitos para um presente singular e memorável.”

Algumas curiosidades sobre o sino de São Miguel

Durante a Segunda Guerra Mundial, os soldados usavam-no como pendente ao pescoço, escondido nas dobras do uniforme, ou ainda pendurado nos fechos dos casacos. Na vitória dos Aliados, a ilha de Capri ofereceu ao presidente americano Franklin Delano Roosevelt um sino de bronze, símbolo de sorte, como gesto de gratidão. O sino foi entregue ao Presidente Roosevelt no Natal de 1944, acompanhado pela seguinte mensagem: “Os capriotas, orgulhosos por terem acolhido os valorosos homens da Força Aérea americana, oferecem ao Presidente dos Estados Unidos o sino de São Miguel, o supremo símbolo de Fortuna, Fé e Glória; que ela possa soar no Dia da Vitória pela paz e liberdade eternas em todo o mundo.” O sino tocou no V-E Day, o dia da vitória sobre o nazifascismo na Europa e o fim da Segunda Guerra Mundial (8 de maio de 1945), e no V-J Day, a celebração da vitória sobre o Japão (2 de setembro de 1945). Posteriormente, foi exibido nos Arquivos Nacionais de Washington D.C. e passou a integrar a exposição permanente do Museum of the Franklin D. Roosevelt Library, em Nova Iorque, onde ainda hoje pode ser admirado.

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A História do Sino de Capri

Dizíamos que a origem do sino de Capri está ligada a uma lenda que tem a leveza e o encanto de uma fábula. Conta-se que, há muito tempo, um pequeno pastor, órfão de pai, vivia com a mãe na ilha. A sua pobreza era tamanha que possuía apenas uma ovelhinha, que para ele era muito mais do que um animal, era a sua única fonte de consolo, amiga e parceira de brincadeiras. Certo dia, enquanto se demorava a colher flores num campo, não se apercebeu que a ovelha se afastara. Quando finalmente se deu conta, começou a chorar, tomado pelo desespero. Decidido a encontrá-la, pôs-se a correr pelo terreno acidentado, ignorando as pedras que lhe feriam os pés e os espinhos que lhe arranhavam as pernas. Tudo o que queria era reencontrar a sua ovelha. Já com as sombras da noite a abraçar a ilha, pareceu-lhe ouvir ao longe um tilintar, o som do sino que a ovelha trazia ao pescoço. Cheio de renovada esperança, correu na direção daquele som, sem se aperceber que os seus passos, no escuro, o levavam ao limite de um precipício. Quando ia cair no vazio, foi ofuscado por uma luz resplandecente. Dela emergiu São Miguel Arcanjo, esplendoroso na sua armadura de prata, montado num cavalo branco. O belo anjo sorriu para o menino, tirou o sino que trazia ao pescoço e ofereceu-o em presente. “De agora em diante, todos os teus sonhos tornar-se-ão realidade e estarás protegido de todo o perigo”, disse o anjo com voz doce e serena. O pequeno pastor pegou no sino de São Miguel e voltou para casa, onde encontrou imediatamente a sua querida ovelha. Mas aquele foi apenas o primeiro dos seus desejos realizados. Ao chegar à cabana, ofereceu o sino à mãe e, a partir desse momento, a vida deles mudou para melhor, sem mais preocupações.

No local onde, segundo a lenda, apareceu São Miguel Arcanjo, ergueu-se uma pequena capela votiva. Em 1895, um médico sueco em visita a Capri, Axel Munthe, apaixonou-se por esta paisagem tão pitoresca e decidiu restaurar a capela, construindo mesmo ao lado a sua residência.
Durante a intervenção, descobriu que, naquele mesmo sítio, se erguia outrora uma antiga villa romana e, tomado por entusiasmo, integrou também os vestígios arqueológicos no projeto de restauro. O resultado é aquilo que hoje conhecemos como Villa San Michele, propriedade do governo sueco, um museu de grande afluência, que faz parte dos Grandi Giardini Italiani. Axel Munthe deixou ainda registo deste trabalho e das emoções suscitadas por este lugar num livro intitulado A História de São Miguel, obra amplamente lida e estimada ao longo do século XX.